quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Sócrates detido
E eu não posso deixar de manifestar que estou muito surpreendida por estes véus se destaparem (Sócrates, Vistos Gold...), estou pasmada pelo facto de não se ter encoberto isto para todo o sempre e por perceber que se está a fazer justiça. Mas não posso deixar de pensar que isto é, possivelmente, tudo uma questão de interesses políticos. Ainda assim, confesso que começo a ter esperança que talvez ninguém esteja acima da lei e espero que isto seja o empurrão para que a justiça em Portugal exista no seu verdadeiro significado.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Negociação Salarial
Acho que não podia concordar mais com esta análise, que na minha opinião é bastante representativa do mundo da consultoria (e de outras áreas, claro). Tenho-me sentido mais na situação do "J".
"Na hora de recrutar a pessoa certa para o lugar certo, os recruiters recorrem cada vez mais a uma pesquisa proactiva em detrimento da espera reactiva. Ou seja, já não ficam à espera de receber o CV adequado para aquela posição, mas vão sim directamente à procura do talento no mercado, seja através de redes sociais, networking, pesquisas directas, etc.
Este novo paradigma oferece algumas vantagens competitivas aos candidatos na hora de negociar. Tem dúvidas? Analisemos então algumas situações:
1. A "M" está feliz na empresa onde trabalha e com a função que desempenha, quando é abordada por um Consultor de Recrutamento para conhecer um novo desafio. Está, naturalmente, disposta a ouvir; quer conhecer o seu valor no mercado e, por isso, desloca-se às instalações da empresa de consultoria para conhecer o projecto, vai depois a uma entrevista no Cliente, existe ainda uma última fase com o Director da Empresa e, quando dá por si, tem uma proposta financeira em cima da mesa.
2. O "J", apesar de estar empregado, não está 100% satisfeito com o projecto em que se encontra e, após uma pesquisa em portais de emprego, envia um Currículo em resposta ao anúncio que viu no site de uma Consultora de Recursos Humanos. É contactado pelo Consultor responsável do projecto, vai à primeira entrevista, depois ao Cliente, conhece o Director e, finalmente fazem-lhe uma proposta financeira para integrar a empresa.
3. O "L" está desempregado há algum tempo e activamente à procura de um novo desafio. Responde a um anúncio cuja função vai ao encontro do que fazia anteriormente. Passa todas as fases do processo de Recrutamento e Selecção e chega a uma proposta financeira para fazer parte da empresa.
Quem lhe parece que tem a "faca e o queijo na mão" na hora de negociar? Se respondeu a "M", parabéns, o seu palpite está correcto!
A "M" não está activamente à procura de uma nova oportunidade, logo tem maior poder negocial na hora de aceitar uma proposta. Ela estava confortável, feliz com a sua função e sente que o risco de uma mudança tem de ser compensado, mesmo que o novo projecto se afigure mais interessante. À partida, não vai mudar pelas mesmas condições que tem e vai (legitimamente!) tentar subir o seu valor no mercado. Se não correr bem, paciência; continua satisfeita a desempenhar a sua função na actual empresa. Tem a "faca e o queijo na mão".
Por seu turno, o "J" está disposto a abraçar um novo desafio, aquele que tem actualmente já não o completa e, por isso, tem enviado alguns curricula. No entanto, como tem uma situação contratual e financeira estável, não vai aceder baixar de forma significativa as condições que aufere actualmente; apesar de não estar 100% satisfeito, também não está desesperado e, para mudar, é sempre para melhor! No entanto, foi ele que procurou a oportunidade e não o inverso, por isso deverá estar preparado para ceder nuns pontos e ganhar noutros. Podemos então considerar que tem só o queijo na mão (ou a faca, se quiserem!).
Já o "L" sabe que poderá ter de ceder na hora de negociar condições salariais. Sabe que a faca e o queijo estarão do lado do futuro empregador, mas sabe também qual a sua "barreira psicológica" em termos de valores mínimos a partir dos quais aceitaria um desafio. Apesar de para ele o mais importante ser reintegrar o mercado de trabalho, vai tentar fazer-se valer à imagem do seu último desafio, consciente de que poderá ter de abdicar de um outro benefício.
De qualquer forma, não significa que a "M" aumento em 50% o seu salário, nem que o "L" tenha que ter um decréscimo na mesma proporção! Sempre que chega a uma fase de negociação salarial, deve procurar conhecer todas as variáveis envolvidas (salário base, prémios, planos de progressão de carreira, etc.), não se deixar levar pelas emoções e manter sempre uma postura de respeito, mas sem invalidar que possa contrapor a seu favor. Boas negociações!"
"Na hora de recrutar a pessoa certa para o lugar certo, os recruiters recorrem cada vez mais a uma pesquisa proactiva em detrimento da espera reactiva. Ou seja, já não ficam à espera de receber o CV adequado para aquela posição, mas vão sim directamente à procura do talento no mercado, seja através de redes sociais, networking, pesquisas directas, etc.
Este novo paradigma oferece algumas vantagens competitivas aos candidatos na hora de negociar. Tem dúvidas? Analisemos então algumas situações:
1. A "M" está feliz na empresa onde trabalha e com a função que desempenha, quando é abordada por um Consultor de Recrutamento para conhecer um novo desafio. Está, naturalmente, disposta a ouvir; quer conhecer o seu valor no mercado e, por isso, desloca-se às instalações da empresa de consultoria para conhecer o projecto, vai depois a uma entrevista no Cliente, existe ainda uma última fase com o Director da Empresa e, quando dá por si, tem uma proposta financeira em cima da mesa.
2. O "J", apesar de estar empregado, não está 100% satisfeito com o projecto em que se encontra e, após uma pesquisa em portais de emprego, envia um Currículo em resposta ao anúncio que viu no site de uma Consultora de Recursos Humanos. É contactado pelo Consultor responsável do projecto, vai à primeira entrevista, depois ao Cliente, conhece o Director e, finalmente fazem-lhe uma proposta financeira para integrar a empresa.
3. O "L" está desempregado há algum tempo e activamente à procura de um novo desafio. Responde a um anúncio cuja função vai ao encontro do que fazia anteriormente. Passa todas as fases do processo de Recrutamento e Selecção e chega a uma proposta financeira para fazer parte da empresa.
Quem lhe parece que tem a "faca e o queijo na mão" na hora de negociar? Se respondeu a "M", parabéns, o seu palpite está correcto!
A "M" não está activamente à procura de uma nova oportunidade, logo tem maior poder negocial na hora de aceitar uma proposta. Ela estava confortável, feliz com a sua função e sente que o risco de uma mudança tem de ser compensado, mesmo que o novo projecto se afigure mais interessante. À partida, não vai mudar pelas mesmas condições que tem e vai (legitimamente!) tentar subir o seu valor no mercado. Se não correr bem, paciência; continua satisfeita a desempenhar a sua função na actual empresa. Tem a "faca e o queijo na mão".
Por seu turno, o "J" está disposto a abraçar um novo desafio, aquele que tem actualmente já não o completa e, por isso, tem enviado alguns curricula. No entanto, como tem uma situação contratual e financeira estável, não vai aceder baixar de forma significativa as condições que aufere actualmente; apesar de não estar 100% satisfeito, também não está desesperado e, para mudar, é sempre para melhor! No entanto, foi ele que procurou a oportunidade e não o inverso, por isso deverá estar preparado para ceder nuns pontos e ganhar noutros. Podemos então considerar que tem só o queijo na mão (ou a faca, se quiserem!).
Já o "L" sabe que poderá ter de ceder na hora de negociar condições salariais. Sabe que a faca e o queijo estarão do lado do futuro empregador, mas sabe também qual a sua "barreira psicológica" em termos de valores mínimos a partir dos quais aceitaria um desafio. Apesar de para ele o mais importante ser reintegrar o mercado de trabalho, vai tentar fazer-se valer à imagem do seu último desafio, consciente de que poderá ter de abdicar de um outro benefício.
De qualquer forma, não significa que a "M" aumento em 50% o seu salário, nem que o "L" tenha que ter um decréscimo na mesma proporção! Sempre que chega a uma fase de negociação salarial, deve procurar conhecer todas as variáveis envolvidas (salário base, prémios, planos de progressão de carreira, etc.), não se deixar levar pelas emoções e manter sempre uma postura de respeito, mas sem invalidar que possa contrapor a seu favor. Boas negociações!"
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Be happy and smile
Eu gosto de pensar positivo e mais, gosto de levar as outras pessoas a pensar positivo. É claro que às vezes estou triste, chateada, deprimida, mas se puder reduzo isso ao máximo. Cresci a ouvir dizer que pensamentos positivos atraem coisas positivas para a nossa vida e por isso tento sempre ver o lado bom. Tento sempre seguir os meus valores e acredito na bondade, assim de uma forma geral. E é por isso que não entendo a maldade de algumas pessoas, infelizmente há muito disso por aí, muita gente invejosa, que tira prazer em dizer mal mesmo que sem razão ou fundamento mas apenas belo “prazer” de criticar, de embirrar, de espicaçar os outros. Quão triste e deprimente é isso?
Usar os outros para fazer crescer o vosso ego ou auto-estima, não só não é correcto como é estúpido e inútil e no fim não vos vai fazer mais felizes e só vos faz más pessoas. Notem bem: a vossa liberdade acaba quando começa a do outro. Critiquem com educação e sejam felizes sem passar por cima de ninguém. Tornem o vosso mundo mais colorido, BE HAPPY :D
Usar os outros para fazer crescer o vosso ego ou auto-estima, não só não é correcto como é estúpido e inútil e no fim não vos vai fazer mais felizes e só vos faz más pessoas. Notem bem: a vossa liberdade acaba quando começa a do outro. Critiquem com educação e sejam felizes sem passar por cima de ninguém. Tornem o vosso mundo mais colorido, BE HAPPY :D
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Mr. Wonderful
Estou maravilhada pelos cadernos, calendários, canecas e as outras coisas igualmente divertidas e inspiradoras da marca Mr. Wonderful!
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